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Catarinense doa computador para jovens do projeto Novos Caminhos

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Na tarde de ontem (21), a Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) recebeu mais um computador para doar aos jovens e adolescentes atendidos pelo projeto Novos Caminhos. Desta vez, quem doou foi o catarinense Francisco Celso da Silva Filho. Esse equipamento será encaminhado a uma casa de acolhimento aqui do estado. O objetivo é profissionalizar e levar o acesso à tecnologia para que os jovens saiam das casas mais preparados para o mercado de trabalho.

A presidente da AMC, juíza Jussara Wandscheer, elogia a iniciativa de Francisco, que por vontade própria, quis ajudar a comunidade onde vive. “Já vimos grandes empresas doarem para o projeto, mas ver uma pessoa se mobilizando pela causa e ajudando esses jovens é muito bonito. A AMC agradece e reforça que qualquer pessoa, empresa ou instituição pode doar equipamentos que estão sem uso, pois com certeza mudarão a vida dessas crianças”, explica a juíza.

Francisco acredita que, num mundo digital, os jovens precisam ter acesso à tecnologia para não ficarem atrasados no mercado de trabalho.

“Eu diria que um computador que você não usa mais, pode ser a mudança de vida para muitos jovens carentes. Nessa hora a empatia é a palavra chave”, acredita o catarinense.

Para ele, essa doação, num momento de pandemia como esse, é de extrema importância para que jovens tenham acesso à informação, que se tornou quase 100% online. 

O projeto está aberto para receber outras doações, seja de pessoas físicas, empresas ou instituições, para que seja possível equipar os abrigos de todo o estado com computadores e internet de qualidade. A ideia é ampliar o acesso à educação das crianças e adolescentes das quase 200 unidades que existem em Santa Catarina. O objetivo do projeto é ajudar jovens que estão prestes a sair das casas de acolhimento, oferecendo alternativas de qualificação para o mercado de trabalho, por meio de cursos profissionalizantes, além do encaminhamento para vagas de emprego em empresas parceiras. A ideia é que eles ganhem autonomia e independência financeira para a vida fora dos abrigos. 

O Novos Caminhos é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), a Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude (CEIJ) do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). A iniciativa atende crianças e jovens das 200 unidades de casas de acolhimento em todo o estado. Também apoiam o programa a Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina (OAB-SC), o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio), a Associação Catarinense de Medicina (ACM) e a Fundação de Estudos Superiores de Administração e Gerência (FESAG). 

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PJSC retorna ao trabalho presencial amanhã, 23 de setembro

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O retorno gradual ao trabalho presencial do Poder Judiciário de Santa Catarina inicia amanhã, 23 de setembro. Depois de três semanas de queda nos números de casos e mortes por coronavírus aqui no Estado, o PJSC criou um plano para retomada presencial nos atendimentos. Para manutenção segura dos serviços jurisdicionais prestados em SC, foram tomadas diversas medidas a fim de evitar a propagação da doença. 

Atendimento à população

O atendimento e os atos presenciais nos fóruns de todo o estado acontecerão somente por convocação, nos casos em que o contato virtual for inviável. Procure o atendimento por telefone ou via e-mail, preferencialmente. Para ir ao fórum, aguarde ser convocado com agendamento prévio, por meio das Centrais de Atendimento Eletrônico do Primeiro e do Segundo Grau. 

Lista telefônica das 111 comarcas de SC

Para entrar em contato com alguma comarca do estado, acesse a lista telefônica e de e-mails disponível no site do TJSC. 

Central de agendamento

Você também pode agendar um horário pela Central do TJSC. Assim, você vai ao fórum com horário marcado e muito mais segurança. 

Taxa de Ocupação

A taxa de ocupação nas unidades foi limitada em 30%. Sendo assim, comarcas funcionarão com atendimento reduzido e as audiências presenciais terão um horário de intervalo maior para evitar que muitas pessoas circulem nas unidades jurisdicionais e se encontrem nos corredores, por exemplo. Esse intervalo permitirá que as salas sejam higienizadas para manter a segurança de todos. 

Cuidados com a saúde

Se você é servidor, magistrado ou irá presencialmente até alguma unidade jurisdicional do estado, você deve ir de máscara. Nas portas de entrada haverá aferição de temperatura e álcool em gel para higienização das mãos. Nas salas de atendimento foram instaladas placas de acrílico para separar a população dos servidores e magistrados. 

Servidores

O número de servidores e magistrados nos fóruns também será reduzido. Numa espécie de rodízio, somente profissionais com menos de 60 anos, sem comorbidades ou que não vivam com pessoas do grupo de risco poderão voltar ao trabalho presencial. Os demais, seguem atuando em regime home office. 

Audiências virtuais e presenciais

Como a ideia é fazer o retorno presencial gradualmente, as audiências serão realizadas, em regra, de forma online, como já vinham acontecendo. Mas, em casos extremamente necessários, poderão ser presenciais. Mas fique tranquilo! Você será avisado com antecedência sobre a audiência e poderá se programar para estar presente. 

Processos físicos

O prazo de processos físicos volta a correr apenas no dia 01º de outubro. São cerca de 120 mil aqui em SC, cerca de 3,5% da demanda atual no Judiciário. O prazo para esses processos foi maior pois é necessário uma organização diferente para retomar esse atendimento. 

Apresentação em juízo de réus em regime aberto

As apresentações seguem suspensas mesmo com o retorno gradual das atividades presenciais do PJSC. A regra também vale para a suspensão condicional da pena e para o livramento condicional. Não vá ao fórum sem ser convocado. Caso necessário, o PJSC entrará em contato para que você esteja presente com data e horário marcados. 

Saiba mais detalhes sobre o retorno presencial na entrevista com o juiz auxiliar da Presidência do PJSC, Cláudio Eduardo Régis de Figueiredo e Silva. 

Para mais informações sobre os protocolos de segurança, acesso o Portal do TJSC ou entre em contato com a Diretoria de Saúde do Tribunal no e-mail ds@tjsc.jus.br ou telefone (48) 3287-7633.

Destaque Notícias

Juiz assessor da presidência conversa com magistrados sobre retorno gradual

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Em encontro virtual na noite de ontem (16), o juiz auxiliar da Presidência do Poder Judiciário de Santa Catarina, Cláudio Eduardo Regis de Figueiredo e Silva conversou com os magistrados sobre o retorno gradual ao trabalho presencial, previsto para o próximo dia 23. Organizado pela Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) em parceira com o PJSC, o evento contou com a participação de mais de 120 juízes, que puderam tirar suas dúvidas quanto ao retorno aos fóruns de todo o estado. 

Cláudio explicou que essa medida foi tomada porque os casos de contaminação do coronavírus entraram em queda pela terceira semana consecutiva. Ele aproveitou a oportunidade para apresentar as medidas restritivas impostas pelo PJSC a fim de manter a segurança dos servidores e magistrados. 

Dentre elas, a taxa de ocupação de no máximo 30% nas unidades jurisdicionais, o rodízio de trabalho e o uso obrigatório de máscaras e álcool em gel, além da obrigatoriedade de aferição da temperatura na entrada dos fóruns e a instalação de painéis de acrílico onde ocorrerão os atendimentos. 

Apenas servidores com menos de 60 anos, sem comorbidades ou que não morem com pessoas do grupo de risco estão aptos a voltar ao trabalho presencial. O atendimento à população em geral continua a ser prestado, em regra, de forma remota. 

“Como o nosso foco é manter o home office e as audiências virtuais, a população só vai estar presente no Fórum quando for convocada e autorizada para entrar, como em audiências presenciais que só serão realizadas nas unidades jurisdicionais quando for extremamente necessário”, ressalta Cláudio.  

O juiz assessor reforça que o retorno gradual vai ocorrer para atender os gargalos que não foram supridos pelo regime de trabalho remoto. “Mas quero lembrar que a regra é manter o home office, porque já vimos que ele funciona muito bem”, explica Cláudio.

A produtividade do PJSC só cresceu durante os seis meses de regime de trabalho remoto. De acordo com o Painel de Produtividade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), são mais de 36 milhões de movimentações processuais, sendo o tribunal de médio porte que mais produz no país. Foram realizados um milhão de despachos, 776 mil decisões e 463 mil sentenças e acórdãos. Além disso, mais de R$16 milhões foram destinados ao Governo do Estado para ajudar no combate à pandemia. 

Leia também: Produtividade dos magistrados cresce em SC após três meses em quarentena.

Os magistrados aproveitaram o espaço para tirar dúvidas sobre a realização de audiências presenciais. Cláudio explicou que é importante ter um intervalo entre as audiências marcadas. “Sabemos que tem um gargalo nesse caso e que mais de 11 mil audiências foram desmarcadas nesses seis meses, mas não vamos conseguir resolver isso até o final do ano, por isso peço calma ao atender essa demanda”, argumenta. Ele explica que se o magistrado marcar muitas audiências no mesmo dia, a higiene e o distanciamento social ficarão prejudicados, por isso recomenda que se crie uma agenda com espaço seguro entre os atendimentos.

Mesmo com o retorno gradual marcado para o dia 23, o PJSC lembra que o prazo de processos físicos volta a correr apenas no dia 01º de outubro. Cláudio explica que são 120 mil processos físicos, cerca de 3,5% da demanda atual no Judiciário catarinense. “Num geral, o retorno gradual continuará com a mesma resolução pelo menos até o começo do ano que vem, mas lembramos que, se a doença apresentar uma piora, podemos retroceder e voltar ao home office total”, explica.

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Sistema Prisional catarinense enfrenta desafios durante pandemia do coronavírus

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Santa Catarina tem aproximadamente 23 mil pessoas presas em unidades de todas as regiões do estado. Desde março, juízes e desembargadores realizam ações de prevenção ao coronavírus nos ambientes coletivos para evitar a contaminação em massa nas prisões.

De acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as prisões e penitenciárias de todo o país já registram mais de 33 mil casos da doença. A região Sul representa 16,5% desses casos. Em Santa Catarina, no último levantamento do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Prisional (GMF-SC), são aproximadamente 1882 casos e desses, apenas três morreram, tornando o índice de mortalidade menor que 0,15%. 

Para garantir a saúde dos presos e servidores públicos que atuam nesses ambientes, algumas medidas foram tomadas, entre elas a suspensão temporária de visitas presenciais, a atualização de progressões de regime, as audiências virtuais com réus presos e a criação de um sistema de maior atenção à saúde dos presos. 

Na nova edição do Podcast Justiça em Ação, da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), dois juízes e um desembargador apontaram os desafios que o Judiciário enfrenta na rotina de trabalho com essa nova realidade.

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O desembargador Leopoldo Augusto Bruggemann, coordenador do GMF-SC, afirma que a maior mudança ocorreu na realização de audiências virtuais com réus presos e na progressão de regimes. “A realização de audiências virtuais permitiu maior agilidade no andamento dos processos, visto que não é necessário deslocar nenhum preso ou testemunha. Eu acredito que essa mudança veio para ficar, pois já apresentou melhoras significativas na nossa rotina”, explica o desembargador.

A juíza Leila Mara da Silva, titular da Vara Criminal de Indaial, afirma que essa tecnologia será utilizada mesmo depois da pandemia como forma de garantir a segurança dos presos e facilitar o trabalho dos magistrados e agentes penitenciários de todo o estado.

“A exemplo disso, na comarca onde eu atuo, consegui reunir 44 testemunhas de um único processo na mesma semana. Se eu tivesse feito de forma presencial, tenho certeza que demoraria muito mais tempo para sair uma decisão”, argumenta. 

Outra ação importante foi o atendimento com prioridade as solicitações de progressão de regime para liberar mais espaço nas penitenciárias. Essa ação liberou espaço para criação de um sistema de isolamento social que evitou a contaminação entre os presos. O juiz Gustavo Emelau Marchiori, da 3ª Vara Criminal de Chapecó, ressalta que somente os presos que tinham direito a progressão de regime receberam o benefício. “Muitas pessoas podem pensar que o juiz soltou os presos sem justificativa nenhuma, mas não foi assim. Eles já tinham o direito à progressão e passaram a um novo regime, como o semi-aberto ou domiciliar, por exemplo.” 

Com mais espaço físico e menos superlotação, a unidade prisional agrícola de Chapecó passou a realizar uma quarentena para os novos presos, até mesmo para os que não apresentam sintomas da doença.

“Criamos uma cela separada para que todos os novos apenados cumpram 14 dias de isolamento social e, só depois desse período, ingresse nas celas coletivas. Essa ação evita uma possível contaminação em massa trazida por uma pessoa que veio do ambiente exterior. ”

Um fator fundamental para tornar possíveis os regimes domiciliar ou semi-aberto foi o uso das tornozeleiras eletrônicas. “Com as tornozeleiras foi possível garantir o direito de progressão com uma economia significativa aos cofres do Poder Judiciário, que passou a gastar somente com a manutenção do equipamento e não mais com o dia a dia do preso nas unidades”, explica Bruggemann. 

Os magistrados catarinenses acreditam que os cuidados com a saúde, como manutenção de exames periódicos e visitas médicas serão outras medidas que permanecerão mesmo após a pandemia. “Existem outros vírus e doenças que também são transmissíveis, como a tuberculose, que, infelizmente é muito comum nesses ambientes, por isso acreditamos que a rotina de exames e atenção básica à saúde nas unidades prisionais pode evitar novas crises sanitárias no futuro”, explica Marchiori. 

Destaque Notas Públicas Notícias

AMC se manifesta sobre decisão da 3ª Vara Criminal de Florianópolis

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NOTA PÚBLICA:

 

A Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) vem a público manifestar-se a respeito da sentença proferida ontem (09/09/20) pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, cujo teor gerou manifestações nas redes sociais. 

A sentença em questão, amplamente fundamentada pelo magistrado, dá conta da absolvição de réu denunciado pela suposta prática de estupro de vulnerável (art. 217-A, §1º, do Código Penal) com base nas provas produzidas nos autos e, também, em razão da manifestação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que considerou as provas do processo insuficientes para amparar condenação. Ao juiz cabe analisar as provas apresentadas e julgar nos termos da lei, sem descuidar de que sejam observados os direitos e garantias de todos os envolvidos no processo. 

Eventual descontentamento com decisão judicial deve ser apresentado na forma legal, por meio dos recursos cabíveis que estão à disposição da vítima e de seus representantes legais. 

Ao sistema judiciário e seus operadores exige-se respeito. Ofensas pessoais e ameaças ao magistrado, veiculadas principalmente nas redes sociais, serão devidamente apuradas e seus autores, responsabilizados nos termos da lei. 

A AMC destaca o seu compromisso com a defesa das prerrogativas da magistratura, dentre as quais a independência de todas as juízas e juízes para julgar com a autonomia necessária para interpretarem a lei e as provas de cada processo. 

 

Jussara Schittler dos Santos Wandscheer 
Presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses – AMC
Florianópolis, 10 de setembro de 2020

 

Clique aqui para baixar a nota em pdf.

Destaque Notícias

Cerimônia oficializa entrega de computadores para jovens do projeto Novos Caminhos

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Jovens e adolescentes atendidos pelo projeto Novos Caminhos vão receber mais 10 computadores doados pelas empresas Weg, Malwee, Marisol e Adapcon. Na tarde desta segunda-feira (31), representantes do projeto e das empresas se reuniram, virtualmente, para uma cerimônia simbólica de entrega dos computadores. Os equipamentos serão utilizados em casas de acolhimento para auxiliar os jovens com as atividades escolares e profissionalizantes. 

A presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), juíza Jussara Wandscheer, que participou da cerimônia, explica a importância da doação feita pelas empresas. “Esse evento simbólico dá visibilidade ao projeto, que atende 1800 crianças e adolescentes que estão abrigados em SC. Queremos que eles saiam dos abrigos capazes de conquistar próprio sustento, de formar uma família e de ter uma vida digna por meio do trabalho”, acrescenta Jussara. A nova doação será levada às unidades de Guaramirim e Jaraguá do Sul, região onde as empresas atuam.

O responsável pelo abrigo de Jaraguá do Sul, Djonatas Machado, explicou durante o evento que crianças e adolescentes acolhidos utilizam computadores das assistentes sociais e professoras, que levam as atividades escolares até o Lar. “Agora eles vão poder contar com novos equipamentos, que auxiliarão no desenvolvimento educacional de todos”, explica Djonatas. 

A coordenadora do Programa Novos Caminhos na comarca de Jaraguá do Sul, juíza Daniela Fernandes Dias Morelli, agradeceu a doação e elogiou a iniciativa das empresas engajadas no projeto, que estão preocupadas em criar uma sociedade mais igualitária.

“É inegável que o programa busca mais igualdade para os jovens. Eles vão se profissionalizar e, quando saírem do abrigo, poderão competir no mercado de trabalho com mais igualdade e dignidade”, justifica Daniela. 

As instituições que realizaram a doação vão receber o certificado de Empresa Amiga do Projeto Novos Caminhos. Participaram da reunião o presidente do Fiesc, Mário César Aguiar, o vice presidente da Fiesc do Vale do Itapocu, Célio Bayer, a responsável pela Coordenadoria da Infância e Juventude (Ceij), desembargadora Rosane Portella Wolff, a presidente da AMC, juíza Jussara Wandscheer, a coordenadora local do Programa Novos Caminhos, juíza Daniela Fernandes Dias Morelli, a diretora do fórum de Jaraguá do Sul, juíza Graziela Shizuiho Alchini e o promotor de Justiça de Jaraguá do Sul, Marcelo José Zattar Cota. 

Leia também: Conheça o projeto Novos Caminhos

Também estiverem presentes o presidente da OAB de Jaraguá do Sul, Mário César Felippi Filho, o secretário municipal de assistência social de Jaraguá do Sul, André de Carvalho Ferreira, o diretor de relações institucionais e jurídicas da Fiesc, Carlos José Kurtz, o gerente executivo do SESI Senai do Vale do Itapocu, Jefferson Galdino, o gerente de relações de trabalho da Fiesc, Maria Antônia Amboni e o assessor de responsabilidade social da Fiesc, Sandro Volpato Faria. 

Dentre os representantes das empresas, o diretor da Adapcon, Sandro Baher, o gerente de infraestrutura do Grupo Malwee, Luciano André Baramarchi, a analista de recursos humanos da Marisol, Daniela Raquel Vicenzi e o diretor de RH e relações institucionais da Weg, Hilton Faria. Para representar as entidades acolhidas pelo projeto, o coordenador do serviço de acolhimento institucional do Lar da Criança Marcos Valdir Moroso, Djonatas Machado, o supervisor de educação e mercado da coordenadoria de educação profissional no Vale do Itapocu, Tadeu Sabel e a assistente social de Jaraguá do Sul, Ana Paula Fardin Soares.

Além desses, a equipe técnica do programa Novos Caminhos, Andrea Claudia Silva, responsável pelo setor de eventos da AMC, Fernanda de Paula Colombo e Bianca Maria Sebbem Lima, do Ceij, e Rosana Baroin Zimmer, da Fiesc. 

O projeto está aberto para receber outras doações para que seja possível equipar os abrigos de todo o estado com computadores e internet de qualidade. A ideia é ampliar o acesso à educação das crianças e adolescentes. 

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Nota de falecimento – senhora Zilda Magalhães

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A Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), comunica, com profundo pesar, o falecimento da senhora Zilda Magalhães, viúva do desembargador Hélio Veiga Magalhães, ocorrido no dia 26/08 em Curitiba (PR). 

Aos familiares e amigos, a AMC apresenta condolências, rogando a Deus que lhes dê forças para superar esse difícil momento.

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Live do ciclo de palestras sobre Justiça Sistêmica aborda saúde dos magistrados

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O Grupo de Estudos em Justiça Sistêmica de Santa Catarina realiza, na próxima semana, mais uma conversa online sobre a prática sistêmica na solução de processos judiciais. No dia 10, às 19h30, a desembargadora Hildemar Meneguzzi de Carvalho irá conversar com Fernando de Freitas, que é médico, fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Consciência Sistêmica. A palestra abordará maneiras de oferecer leveza aos operadores do Direito sob a ótica sistêmica. 

A magistrada catarinense acredita que esse tema é fundamental para o trabalho dos operadores do Direito, pois por meio da prática é possível ver as relações entre as partes e os profissionais de forma mais harmônica. “Queremos mostrar, nesta conversa, que as relações podem se tornar mais calmas e leves, sendo possível trabalhar sem sofrimento”, justifica Hildemar.

A desembargadora percebeu, ao longo da carreira, que muitos operadores do Direito adoecem pelo estresse do trabalho, por isso a escolha em tratar deste assunto. O médico Fernando de Freitas é criador do método Consciência Sistêmica e ministra cursos sobre a abordagem desde 1978, com o objetivo de ajudar pessoas e organizações a desenvolverem relacionamentos mais saudáveis. 

Saiba mais sobre Justiça Sistêmica

A palestra será dividida em duas partes: uma fala do médico sobre as experiências com o assunto e, num segundo momento, o público poderá tirar suas dúvidas por meio de comentários na live. Para acompanhar, é só acessar o canal da AMC no Youtube no horário marcado. 

Estreia do Ciclo de Palestras aborda olhar sistêmico para conflitos judiciais

Na última quinta-feira (27), na primeira live da série promovida pelo Grupo, a juíza titular da 1ª Vara Cível de Camboriú, Karina Muller, conversou com Décio Fábio de Oliveira Júnior, que é um dos fundadores do Instituto de Desenvolvimento Sistêmico para a Vida e palestrante há mais de 17 anos sobre o assunto. A conversa abordou o olhar sistêmico para os relacionamentos e conflitos no Judiciário e contou com a participação de aproximadamente 200 pessoas. 

Durante a conversa, os profissionais falaram das experiências pessoais com a prática sistêmica e explicaram como a abordagem se desenvolveu. Décio explicou que, por meio da Justiça Sistêmica, é possível criar um mecanismo que evita a judicialização dos problemas. “Quando o magistrado percebe uma situação onde as partes envolvidas têm o desejo de resolver aquele conflito, é ideal que ele chame essas pessoas para uma conversa mais amigável, para que possam olhar uma para a outra e solucionar de vez aquele conflito”, acredita Décio. 

A juíza Karina Muller espera que o ciclo de palestras seja uma ótima oportunidade para compartilhar essa abordagem com o público em geral. “Não somente para os operadores do direito, mas também com as partes envolvidas num processo judicial, que podem acompanhar e se interessar pelo conteúdo”, justifica Karina. 

Veja a palestra completa no canal da AMC no Youtube.

Confira o calendário do Ciclo de palestras sobre Justiça Sistêmica

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AMC encaminha quatro computadores para jovens de São José

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Jovens e adolescentes atendidos pelo projeto Novos Caminhos vão receber quatro computadores doados pelo escritório de arquitetura Blanco e Wiese e pela floricultura Oficina da Terra. Os equipamentos serão utilizados em casas de acolhimento para auxiliar os jovens com as atividades escolares e profissionalizantes. 

A presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), juíza Jussara Wandscheer, explicou que essa nova doação será levada à unidade de São José, na grande Florianópolis. “Entendemos  que a profissionalização e o acesso à informação são fundamentais para os jovens e, com o contexto da pandemia, essa dificuldade de acesso aos estudos dentro dos próprios abrigos cresceu, por isso a doação dessas empresas se fez ainda mais importante”, conta a juíza. 

Para Magda Cassol, proprietária da floricultura Oficina da Terra, nos dias atuais ter acesso à tecnologia é como saber ler, por isso prestar assistência aos jovens e doar esses equipamentos é tão importante. “Proporcionar o acesso digital e a inclusão dos jovens no mercado de trabalho é o melhor que podemos fazer por nossa sociedade”, acredita. 

A arquiteta proprietária Renata Blanco explica que a empresa vê como um grande avanço social a iniciativa de integrar os jovens à sociedade e ao mercado de trabalho. “Acreditamos que essa doação pode mudar a realidade desses jovens positivamente, porque vivemos num momento completamente tecnológico”, explica. 

Leia mais: Conheça o projeto Novos Caminhos

O projeto está aberto para receber doações de outras empresas para que seja possível equipar os abrigos de todo o estado com computadores e internet de qualidade. A ideia é ampliar o acesso à educação das crianças e adolescentes. 

 

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Nota de Falecimento – senhora Erna Maria Rosa Alves

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A Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), comunica, com profundo pesar, o falecimento da senhora Erna Maria Rosa Alves, viúva do juíz Hamilton Plínio Alves, ocorrido hoje (23/08). O corpo será levado das 14h às 16h, no Jardim da Paz, em Florianópolis. O sepultamento será logo após a cerimônia. 

Aos familiares e amigos, a AMC apresenta condolências, rogando a Deus que lhes dê forças para superar esse difícil momento.